Heraldo de la Segunda Invitación, Vol 10, enero de 2022

Articulo 1: Mensaje de Año Nuevo (Por el profeta Maurício Artur Berger)

Articulo 2: Mensaje del Presidente Piffero (Por Ronaldo Piffero)

Articulo 3: Acercarse con amor (Por Presidente Woodby)

Articulo 4: Tengan cuidado desde ahora (Por Elder Gleuton França)

ARAUTO ESPANHOL

Volumen 10, artículo 1 - enero de 2022: escrito por el profeta Maurício Artur Berger

Mensaje de Año Nuevo

Bem que eu gostaria de ser arauto de boas notícias para este ano que se inicia, mas como profeta do Altíssimo, não posso mentir a seu povo. Contudo, trago revigoramento para aqueles que ao atenderem ao comando desta mensagem, encontrarão força e ascenderão, quais águias em 2022.

— Isaias 40:31

1 - Antes, porém, é importante olharmos para trás e, dada a situação em que nos encontramos, com as constantes mudanças climáticas e o aumento dos desastres naturais em nosso planeta, considero fundamental começarmos com a COP26, ocorrida em novembro de 2021, em Glasgow, na Escócia, onde questões climáticas de alta relevância foram amplamente debatidas entre líderes de vários países, que relataram que a Covid-19 não foi o único desafio que a humanidade teve que enfrentar nos últimos dois anos.

2 - Os seres humanos também enfrentaram ciclones, secas, inundações, furacões em Nova York, cinquenta graus no Canadá, inundações na China, Alemanha e outros países. Incêndios em países como Grécia, Austrália e Rússia e, se isso não bastasse, pragas de gafanhotos na África Oriental, Oriente Médio, Sul da Ásia e América do Sul.

3 - Sobre o fenômeno se repetir em tantos países e praticamente ao mesmo tempo, disse o pesquisador sênior das Nações Unidas, Keith Cressman, que se trata apenas de uma "coincidência".

4 - Coincidência ou não, nestes dois anos presenciamos na TV os piores desastres naturais dos últimos tempos, junto com a pandemia do coronavírus, que causou a morte de milhões de pessoas e provocou uma enorme crise global na saúde e na economia, totalizando milhões de desempregados e milhares de empresários falidos em todo o mundo.

5 - Por último e com mais força, batendo às portas da Nova Jerusalém, tivemos uma série de mais de 36 tornados durante a noite de sexta-feira, 10 de dezembro de 2021, que deixaram um rastro de destruição em seu caminho. Os estados mais afetados, conforme relatado pelo presidente dos EUA Joe Biden na TV, foram cinco, mas o número total de estados atingidos naquela noite foram seis. Autoridades em Missouri, Arkansas, Tennessee, Kentucky e Illinois relataram danos estruturais massivos e milhares de desabrigados e dezenas de mortos, enquanto Andy Beshear, governador do estado de Kentucky, disse que era "indescritível o nível de devastação, diferente de tudo que ele tinha visto antes”. E, como na parábola do ladrão, explicada por Cristo em Mateus 24: 42-44, chegou sem alarde, de modo que o primeiro aviso emitido pelo Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA foi às 21h05 de sexta-feira, 22 minutos depois o tornado atingiu Anfield e causou tanta desolação como nunca antes nesta época do ano, pegando a todos de surpresa.

— O que, afinal, estes fenômenos têm em comum?

6 - Eles principiaram a ocorrer após a revelação que o Senhor entregou ao seu povo em março de 2020, na qual profetizou detalhadamente que todos esses eventos descritos acima, ocorreriam a partir de então, com a chegada de uma doença que varreria a Terra e superlotaria hospitais em todo o mundo, causando a morte de milhares de pessoas.

7 - Esta revelação em questão, que me foi ditada pelo Senhor Jesus Cristo, e que está disponível na internet para qualquer pessoa ler e acordar para o que está por vir antes que seja tarde, foi amplamente ridicularizada pelos meus inimigos nas redes sociais.

8 - No entanto, dois anos após a sua divulgação na conferência de abril de 2020, verifica-se que não houve um único ponto nela descrito, que não tenha sido cumprido em seus pormenores.

9 - Tudo principiou-se com a revelação recebida entre 19 à 27 de março de 2020, na qual o Senhor informa no versículo 31: “... eis que eu, o Senhor, suscitarei um líder para meu povo, sim, um servo Davídico (...) para dirigir meu povo em Utah sob a tutela de meu profeta e, entre eles, Eu suscitarei um – o qual será um poderoso e forte em minha casa.”

10 - Seis meses depois, isso veio a se cumprir, quando na conferência geral de novembro de 2020, o Senhor revela ao seu profeta, diante dos olhos de todos que ali estavam, estes dois homens; John Paul Pratt, como um servo Davídico e John Steve Woodby, como um poderoso e forte, ao dizer:

“Porquanto agora, vos dou a conhecer os nomes daqueles que vos revelei anteriormente, como sendo um Servo Davídico e Um Poderoso e Forte a suster os braços de meu servo Maurício, na presidência de minha Igreja nesses últimos dias. Assim como foi nos primórdios da restauração, quando eu o Senhor, nomeei e chamei, Sidnei Rigdon e Jesse Gause, como conselheiros de meu servo Joseph, a fim de estabelecerem entre meu povo a lei de consagração.”

— Com que finalidade o Senhor forma sua presidência chamando esses dois homens para estabelecer a lei da consagração entre seu povo a partir de novembro de 2020?

11 - A revelação explica dizendo: “... pois eis que meu dia está às portas e se aproxima rapidamente, quem pois poderá suportar o Dia de minha vinda? (...) Razão pela qual vos tenho encorajado a erigir a Ordem Unida, qual arca de Noé a vos salvar nos últimos dias.”

12 - De formas que, a Ordem Unida só pode ser erigida mediante a lei de Consagração, que a partir dessa revelação, seria estabelecida pela Primeira Presidência entre o povo do Segundo Convite.

13 - Além disso, vimos ao longo deste ano, que termina hoje, as revelações do Senhor persistirem em apontar para esse mesmo propósito, como se pode ler na revelação obtida entre 10 à 12 de abril de 2021, que menciona o seguinte:

“… que tão logo se instaure a grande tribulação, mediante a desolação que irá cercar a nova Jerusalém, possa, com os recursos em conjunto, abrigar por um tempo aqueles que terão que abandonar suas heranças na terra de minha vinha, assim como dantes vos revelei.”

14 - Isso só será possível, caso cada um de nós, de forma individual, esteja desde já, determinado a tratar com seriedade o Livro Selado e os mandamentos revelados que nos foi dado no tempo atual, de forma que lemos na revelação obtida entre 30 de junho à 02 de julho de 2021, sobre Dízimo e Consagração, no versículo 18 que diz: “por não cumprirem esses mesmos princípios (...), foi que decretei [ao povo do primeiro convite] o que tendes hoje como sendo a seção 84:23-29; 52- 58 (LDS).

15 - Sendo que no versículo 22 o Senhor diz: “... Pois eis que, rapidamente se aproxima a hora em que (...) nenhum de vossos bens retidos por vós, para vossa segurança pessoal, terá valor algum para vossa salvação quando este dia chegar. (...) Razão pela qual vos tenho encorajado a erigir a Ordem Unida, qual arca de Noé a vos salvar nos últimos dias.”

— Mas como o povo brasileiro pode esperar que construamos essa Arca de Noé, se este povo, privilegiado pelos céus neste Segundo Convite, não se apresenta ante o Senhor com seus dízimos e consagrações, com exceção de alguns poucos irmãos? Ao contrário dos americanos que geralmente cumprem corretamente este mandamento.

16 - Talvez eles, os americanos, estejam mais familiarizados aos perigos que tão rapidamente se aproximam, pois, embora todos nós aqui no Brasil tenhamos visto o Coronavírus adentrar as “portas” de nossa nação e os umbrais de nossos próprios lares, não conseguimos dimensionar como eles, os perigos de um tornado simplesmente por assistirmos pela televisão, assim como ocorreu com a devastação deixada pelos tornados que varreram a parte sudeste e centro-sul dos Estados Unidos numa sexta-feira, neste último mês de 2021. Os quais vivenciaram de perto tais devastações, onde muitos americanos em estados vizinhos, sendo alguns conhecidos de nossos irmãos no Missouri, perderam tudo da noite para o dia, assim como profetizado na referida revelação que diz: “assim que a coisa que causa desolação cercar a Nova Jerusalém, saibam que nenhum de vossos bens retidos por vós, para vossa segurança pessoal, terá valor algum para vossa salvação quando este dia chegar”.

17 - Contudo, atentem para estas minhas palavras, pois a revelação não está somente se dirigindo aos americanos, mas a todos aqueles que se filiaram a esta Igreja, seja no Brasil, Austrália e outros países, e que tão logo vão precisar entrar na arca de Noé, qual Ordem Unida, para salvar a si e suas famílias.

— Como vai ser se este dia chegar, de acordo com o cronograma divino, e nós não tivermos nem mesmo erigido as lavouras para enriquecer esta obra, assim como Jesus requiriu que fizéssemos na revelação desta última conferência?

18 - Não só isso, também foi ouvido nesta última conferência, as palavras do Senhor proferidas pela boca de seu profeta no púlpito novamente, nas quais ele mostra claramente que todos os meus esforços para estabelecer a Ordem Unida no ano de 2019 e 2020 foi um esforço em vão, pois como o Senhor revelou nesta ocasião: “...aqueles que assentiram para com o eterno convênio da Ordem Unida, passaram a transgredir o real propósito dos investimentos advindos das Consagrações de meu povo, o qual tem o propósito de gerar recursos para a expansão de minha obra — razão pela qual, passaram a contrair uma dívida de gerações para comigo, o Senhor, ao usarem os recursos de minha obra para estabelecer negócios que até agora, visaram unicamente seus próprios interesses.”

19 - Perceba que foi o próprio Senhor, Jesus Cristo, que falou ao seu povo do púlpito, solicitando que aqueles que concordaram em receber fundos para estabelecer um negócio em parceria com a Ordem Unida, deveriam a partir de agora cumprir suas obrigações com a vinha do Pai, e se isso não bastasse, Ele pediu que suas autoridades: “adquiram esta propriedade e terras para empreender no agronegócio, a fim de gerar riqueza para minha obra e para edificar uma comunidade inteiramente autossustentável e capaz de amparar meu povo frente as calamidades que virão.”

— Contudo, quando que as autoridades gerais vão se reunir para tratar desse assunto de importância primária para o Senhor?

— Ao não priorizarmos isso até agora, não estamos tratando com leviandade esta última revelação?

— Ou, será que este povo não compreende que era o próprio Cristo que estava ali naquele púlpito, ditando a mim, que estava a atuar como seu porta-voz naquele momento, ditando as palavras que Ele queria que seu povo e suas autoridades cumprissem a partir de então?

— Não seriam esses 36 tornados nos portões do Missouri um sinal de alerta para apressarmos o que o Senhor exigiu de nós desde que Moroni me visitou, junto com as três testemunhas?

20 - Assim foram transcritas as palavras gravadas das falas de Moroni, no que hoje é o versículo 36, que diz: “... Por sua vez a igreja em Sião não será grande naquele local por Cristo designado, pois assim que vier aquilo que causa tribulação, o povo de Sião deve ser auxiliado por vós [o povo do Brasil] a sair daquele local antes que lhes sobrevenha a repentina destruição (D&C 101: 1-23); portanto sereis grande a partir do Brasil em todos lugares da América do Sul e quando for a hora de regressares às terra de Sião, então tereis recursos sobejando para reconstruir seus lugares desolados.”

21 - Com a recusa do povo em atender ao comando de Deus, vez após vez, desde que começou este Segundo Convite, é difícil, do meu ponto de vista humano, vislumbrar tal progresso proposto pelo céu, cujo ápice será o de ajudar, a partir do Brasil, aqueles nossos irmãos da estaca central de Sião (EUA), quando tiverem que deixar as terras de sua herança, e que, quando chegar a hora de retornar a Sião, teremos recursos suficientes para reconstruir seus lugares desolados.

22 - Contudo, assim como consta na revelação de março de 2020, “aqueles que verdadeiramente crerem no registro selado não serão confundidos, e saberão que Deus está no meio deles.”

23 - Em relação a estas palavras, de que “saberão que Deus está no meio deles”, eu diria aos santos deste Segundo Convite que aspiram um ano melhor para si e sua família em 2022, o mesmo que fora escrito no livro de Isaías capítulo 40, versículo 31, que diz: “aqueles que esperam no SENHOR renovarão as suas forças e ascenderão com asas, assim como águias” acima de seus problemas.

24 - Um dos grandes males daqueles que afirmam esperar em Deus, mas não obtém Dele nenhuma ajuda para sobrepor-se acima de seus problemas na vida, é porque que ignoram a natureza de seus convênios, leis e mandamentos, os quais, trazem consigo, mediante sua observação e cumprimento, uma ajuda invisível, procedente do mundo espiritual.

25 - Da mesma forma, vemos águias com suas asas estendidas, esperando por uma força invisível que possa erguê-las até as alturas, como bem descreve o profeta Isaías.

26 - De igual forma, eu vos desafio a serem cumpridores das palavras reveladas nestes últimos dias, tanto do Livro Selado, bem como das revelações que nos foram entregues por Cristo, a fim de sermos um povo peculiarmente abençoado pelos céus em 2022.

27 - E, somente dessa forma, agindo em conformidade com a vontade revelada por Cristo, é que seremos como águias, cujo voo ilustra muito bem como a força proveniente do Espírito de Deus pode erguer-nos em sentido espiritual e emocional acima de toda e qualquer adversidade na vida.

28 - Pois, assim como as águias não podem se elevar às alturas que costumam atingir com sua própria força, mas somente pelo fluxo das correntes ascendentes de ar quente que as fazem planar, nós tão pouco teremos condições de lidar, mediante nossa limitada capacidade humana, com as situações difíceis que a partir de 2022 sobrevirão à toda humanidade. Contudo, como profeta e porta voz de Deus neste Segundo Convite, vos asseguro meus amados irmãos e irmãs, que se esperarmos com asas estendidas, ao cumprir seus mandamentos, assim como bem escreveu Isaías, podemos estar seguros de que jamais cairemos, mas antes, encontraremos a força invisível de Deus que há de nos erguer, e como águias, haveremos de nos elevar sobre todas as coisas, obtendo “força em virtude daquele que nos confere poder”, assim como descrito na epístola de Paulo aos Filipenses, capítulo 4, versículo 13.

29 - Tende, portanto, bom ânimo ao adentrar este novo ano que se inicia, abra as asas de sua fé, torne-se cumpridor da vontade revelada por Cristo neste Segundo Convite, e espere pelo poder onipotente procedente do Espírito do Deus Todo Poderoso ao qual servimos, pois se fores fiel, então não há nada do que temer neste próximo ano.

AMEM

2 ARAUTO ESPANHOL

Volumen 10, artículo 2 - enero de 2022: escrito por Ronaldo Piffero

Mensaje del Presidente Piffero

A medida que el año 2021 llega a su fin, con el 2022 a la vuelta de la esquina, reflexiono sobre lo que ha pasado y lo que está por venir.  El año 2021 fue, quizás, el más importante para mí y mi familia. Después de acompañar desde el principio la trayectoria del Hermano Maurício en la obra del Señor, con todas las aprensiones y encantos, como un padre observa el camino de un hijo, recibí del Señor el llamado, junto con el Hermano Steve Woodby, para levantar los brazos del profeta. Bastante sobresaltado por la sorpresa, sentí, debo confesar, ganas de salir corriendo, pero el espíritu me dio de repente la claridad necesaria, y entonces, como Isaías en Isaías 6:8 dije: "Aquí estoy Señor. Envíame".

Desde ese día, mi corazón, mi cerebro y todo mi ser se inundaron de un enorme aprecio por esta labor tan importante, de una voluntad de ayudar al profeta, a los hermanos y hermanas, y a cualquiera que lo necesite. Mi vida cambió, me volví más feliz, con un gran propósito en la vida, que va más allá de despertarse, trabajar y realizar las tareas rutinarias de la vida cotidiana.

Pensando en todo esto, y en las conversaciones que tuve con el Profeta sobre nuestra trayectoria y misión en esta vida, llego a la conclusión de que todos somos llamados, de una u otra manera, en distintos momentos de nuestra vida. El Padre siempre nos llama, nos reprende, nos aconseja. Nunca nos abandona. No hay huérfanos del Padre. Siempre está presente. Basta con que queramos ver.

Venimos al mundo como una piedra bruta, tenemos que ir puliéndonos a lo largo de la vida, y más aún cuando encontramos el camino divino. En este momento nuestra responsabilidad aumenta. Con el conocimiento, ya no tenemos la excusa de la ignorancia.  Sin pretender ser perfectos, tenemos la obligación de perfeccionarnos como seres humanos, de mejorar un poco cada día, o al menos intentarlo. No podemos seguir ignorando nuestros defectos y no cultivar nuestras virtudes.  Pero, ¿cómo actuar ante semejante desafío? ¿Cómo sé si estoy en el camino correcto, si estoy a la altura de esa vocación? ¿En qué momento debo encender la alerta roja para indicar que estoy actuando mal ante la llamada divina que me invitó a cambiar y cuya invitación acepté? Reflexionemos:

Cuando Dios nos envió a este mundo, no nos envió a ciegas, sin rumbo. Nos preparó para el viaje y nos dotó de una herramienta importantísima, capaz de mostrarnos exactamente la situación en la que nos encontramos, activando una alerta roja cuando tomamos un camino equivocado y debemos corregir nuestra ruta. Tenemos un GPS muy, muy eficaz que trabaja en sintonía con todo nuestro ser, cuerpo, mente, alma, espíritu. Ese GPS son nuestros sentimientos. Ellas, como un GPS en un carro que, conectado a un satélite, muestra al conductor el camino a seguir, conectan nuestro corazón con nuestro cerebro, y nos muestran el camino a seguir en la vida, diciendo: "Toma la izquierda de este mal sentimiento", "vuelve en la próxima oportunidad de esta mala acción", y así nos dan la oportunidad de llevar nuestra vida por el camino correcto, que nos traerá felicidad y nos acercará al Padre y a nuestros hermanos.

Sabemos si estamos físicamente enfermos porque sentimos dolor o alguna molestia. La alerta roja se enciende. Del mismo modo, la alerta roja de nuestro comportamiento son nuestros sentimientos. Cuando estamos equilibrados mental y espiritualmente, en paz con Dios y con los demás, estamos tranquilos, serenos. Cuando hacemos el bien, nos embarga un sentimiento de felicidad, directamente proporcional a la magnitud de la buena acción realizada. ¿Quién no ha sentido una gran felicidad, una euforia interior, cuando ha conseguido resolver un gran problema de alguien, cuando ha alimentado a una familia necesitada y ha visto que, al menos en ese momento, ha aliviado la carga de ese hermano pequeño? Del mismo modo, cuando hacemos algo mal, no importa lo grande o pequeño que sea el error, la alerta roja se enciende inmediatamente. Sabemos que está mal, que estamos teniendo malos pensamientos, malos sentimientos, aunque persistamos en el error, por la razón que sea. ¿Quién no ha hablado hasta hoy mal de alguien y luego se ha arrepentido? ¿Se ha sentido triste, aprensivo?  ¿Quién no ha tenido un ataque de ira y se ha sentido culpable?  En nuestro interior, una voz nos dice: "Oye, eso no está bien. Vuelve al programa original". Nuestro programa original es ser amigable, amable, tolerante, paciente y cariñoso. ¿Recuerdas las palabras del apóstol Pablo en 1 Corintios 13:4-7?

"El amor es paciente, el amor es amable. No tiene envidia, no se jacta, no es orgulloso. No maltrata, no busca sus propios intereses, no se enfada fácilmente, no guarda rencor. El amor no se alegra de la injusticia, sino que se alegra de la verdad. Lo soporta todo, cree todo lo cree, todo lo espera, todo lo soporta".

El Libro Sellado nos dice mucho sobre el perfeccionamiento, sobre los sentimientos, sobre la fe. El Libro de Moisés está lleno de pasajes que nos muestran la importancia de estas tres palabras en nuestras vidas. Moisés 3:42 nos dice: "Estos mismos sentimientos fueron establecidos incluso antes de la fundación del mundo para interactuar con la sensibilidad humana, para que los hijos de los hombres, incluso sin el Sacerdocio de Dios, puedan identificar, en medio de su naturaleza carnal, aquellos buenos sentimientos que proceden de Dios para guiarlos en el camino de la justicia y la caridad".

Otro texto nos dice: "Para evocar los múltiples nombres de Dios, es necesario desarrollar los dones, por lo tanto, los sentimientos correspondientes a cada uno de ellos, y sin embargo, guardad vuestros corazones contra los malos sentimientos que se interpondrán en un tumulto y estupor de pensamientos. La fe, a su vez, fundamenta los sentimientos correctos, anulando la influencia de los sentimientos opuestos, y esto genera el poder del sacerdocio dentro del hombre, que, a su vez, interactúa en el mundo físico. Y este es el camino preparado desde la fundación del mundo, en el que el Hijo Unigénito vendrá al mundo y glorificará el nombre del Padre, dando a sus discípulos el conocimiento de estas cosas, preparando el camino para que otros puedan ser partícipes de este don, para que puedan tener esperanza. Y si sólo tienes esperanza para que tus sentimientos no se tambaleen, entonces tendrás fe, y si tienes esa fe, entonces tienes en ti las llaves para abrir o cerrar toda situación" (Moisés, 4:23-24).

Así que, para terminar, hermanos, tengamos presente que por muy difícil que sea nuestra lucha interna, nuestros sentimientos son nuestros guías, son la luz que el Padre nos ha dado para iluminar nuestro camino y el de los demás, para que juntos, con fe, valor y persistencia, podamos vencer a este mundo, tal y como nos enseñó Jesucristo: "Os he dicho estas cosas para que tengáis paz".  En el mundo tendrás tribulación.

Pero ¡ánimo! He vencido al mundo". (Juan, 16:33).

2 ARAUTO ESPANHOL

Volumen 10, artículo 3 - enero de 2022: escrito por Steve Woodby

Acercarse con amor

La Conferencia ha pasado ya y empezamos un nuevo año. Muchos aprovechan esta renovación anual para hacer propósitos de cambio y superación. Si estás dispuesto, únete a mí en una resolución: Aumentar nuestra capacidad de amar a nuestro Padre Celestial y a nuestro prójimo. Durante la conferencia de noviembre y durante dos días en el retiro en la ladera de la montaña brasileña, fuimos testigos de vistas sublimes de bautismos a lo largo de un arroyo de montaña y de una nueva revelación dada por nuestro profeta el Hermano Mauricio Berger. También convivimos con asistentes de otros países hasta altas horas de la madrugada, escuchando sus testimonios de visiones y sueños que los llevaron a la Segunda Invitación en Brasil. Oramos, cantamos y nos regocijamos en el espíritu de Cristo. Hubo muchas lágrimas de amor y de alegría cuando se nos dio una visión de cómo era y se sentía "un solo corazón y una sola mente". Muchos de nosotros no queríamos irnos.

Estábamos aislados del mundo por esta reunión y teníamos pocas distracciones, y el espíritu del Señor estaba presente continuamente. Era un ambiente rico para crecer y amar. Sin embargo, el regreso a casa después de la conferencia nos produjo un contraste abrupto en los ambientes espirituales. ¿Cómo podemos recrear esos sentimientos de amor y alegría, o al menos más de ellos, en nuestros propios hogares? ¿Has sentido que has llegado a un punto muerto en tu crecimiento o te has encontrado diciendo: "No quiero pensar/sentir así", reconociendo viejos patrones de negatividad impregnados en nuestras mentes desde días anteriores? Resolvamos cambiar, aunque sea poco a poco. Consideremos el Primer Mandamiento:

Mateo 22:37-39 “Jesús le dijo: Amarás al Señor tu Dios con todo tu corazón, y con toda tu alma, y con toda tu mente. Este es el primero y grande mandamiento. Y el segundo es semejante: Amarás a tu prójimo como a ti mismo”.

¿De qué manera podemos mejorar? La oración, el ayuno, la meditación, el estudio de las Escrituras, el servicio y la caridad son sólo algunas de las rutas que podemos seguir en el viaje espiritual de este año. En la búsqueda de negar el resentimiento, el Libro Sellado del Mormón nos enseña cómo tener éxito:

Hechos de los 3 Nefitas 8:1 “Entonces, embargados por los sentimientos más elevados, el pueblo nefita comenzó a desterrar de su seno todo resentimiento que procediera del maligno, comenzando por la pena y el resentimiento; luego la angustia y el temor; la ira, la codicia y la lascivia; y muchos otros derivados de Satanás; y cada vez que se identificaba un sentimiento adverso a los dones celestiales, se levantaba un acta con el fin de trabajar en las reuniones de la iglesia en general, con el propósito de ser reemplazado por esos nobles sentimientos derivados del Don Mayor, que proceden del nombre de nuestro Dios, uno a la vez, hasta que cesaran las luchas entre hermanos, y no hubiera disputas entre el pueblo nefita”.

¿Estamos dispuestos a seguir este consejo divino de éxito y hacer el trabajo de campo? Permítanme compartir con ustedes una vieja parábola asiática: Había un abuelo anciano sentado con su joven nieto, y observaron a dos perros peleando: un perro negro, y un perro blanco. Estaban muy igualados en tamaño y habilidad. Después de un rato, el joven preguntó: "Abuelo, ¿cuál ganará?" Tras un momento de reflexión, contestó: "El que tú alimentes". Recordemos que, al hacer el trabajo, estamos alimentando el espíritu que nos ha inculcado nuestro Padre Celestial.

Libro Sellado de Moisés 5:14 “...el Señor había formado al hombre en la tierra con el propósito de que se desarrollara espiritualmente...”

1 de Juan 16-17,19 “Y nosotros hemos conocido y creído el amor que Dios tiene para con nosotros. Dios es amor; y el que permanece en amor, permanece en Dios, y Dios en él.  En esto se ha perfeccionado el amor en nosotros, para que tengamos confianza en el día del juicio; pues como él es, así somos nosotros en este mundo... Nosotros le amamos a él, porque él nos amó primero”.

Creo que debo compartir una parte de mi historia de conversión de hace años y el poder del amor de Dios que vino con ella. Lo cuento porque siento que algunos pueden no entender su magnitud. Toda la gloria es para el Señor. Tuve una experiencia en la que recibí el Libro de Mormón en mi mesa de noche y me enfrenté a una poderosa presencia espiritual (no física) que me llenó de un amor indescriptible. Inmediatamente me derrumbé en lágrimas, sintiéndome tan lleno de este amor incondicional abrumador que pensé que empezaría a salir a borbotones de mi cabeza. Sentí como si me estiraran como una bolsa de plástico llena de agua. No sé realmente cómo explicar lo que sucedió después, pero el Espíritu puso muy claramente en mi corazón que Dios me amaba a pesar de lo que yo pensaba, ¡y quería que leyera este libro!

Ahora que estoy familiarizado con el sueño de Lehi y he aprendido sobre ese fruto (el amor de Dios) que es dulce sobre todas las cosas, ¡sé que es verdad! POR ENCIMA DE TODAS LAS COSAS, ¡Y PUNTO! En su presencia me sentí completo, amado incondicionalmente, contento, en paz, sin querer nada más que permanecer allí para siempre. De hecho, habría dado todo lo que tenía o esperaba tener para poder permanecer en ese amor.

Sé que soy un siervo inmerecido, pero que se me ha dado un gran don de misericordia y amor. Sentir su indescriptible poder me ha dado una nueva perspectiva que no sólo vino con un poderoso cambio de corazón, sino que también me mostró cuán pequeños son los sacrificios, las pruebas, las cargas y la oposición en relación con Su gran amor.

En resumen, hermanos y hermanas, resolvamos eliminar los escollos en nuestro camino que nos impiden crecer más cerca del corazón de nuestro salvador, Jesucristo.

Si eres un recién llegado, sentado solo, buscando la verdad o tratando de entender el significado de esta vida, NO estás solo. Dios te ama, y nosotros te amamos, y te invitamos a venir a adorar con nosotros.

2 ARAUTO ESPANHOL

Volumen 10, artículo 4 - enero de 2022: escrito por Elder Gleuton França

Tengan cuidado desde ahora

Dios, en su infinita bondad, concede a los hombres el privilegio y el honor de trabajar en la sagrada obra de la salvación de sus hijos. Hay varios momentos en las escrituras en los que el Señor es retratado como alguien profundamente dedicado a la obra y que se involucra emocionalmente con los acontecimientos.

En el evangelio de Mateo podemos encontrar la parábola de los trabajadores de la viña (Mt.20:1-16), que, además de mostrar que el Señor tratará a todos por igual, independientemente de la forma y la ocasión en que fueron llamados a participar en el cuidado de la viña, también nos demuestra que el Señor recompensa a los trabajadores con justicia. (Mt.20:7).

Podemos observar que sólo se acordó una cantidad específica (versículo 2) con los primeros en ser llamados; a todos los demás sólo se les dijo: "recibiréis lo justo". La pregunta que se plantea es: ¿qué definirá la justicia en relación con el trabajo? ¿Será el tiempo trabajado? ¿Recibirían los primeros más cualificados una recompensa mayor que los últimos, que no se esforzaron tanto? Una mirada superficial diría que sí. Sin embargo, si recordamos que el Señor de la viña se involucra personalmente en las faenas del día y que observa atenta y cuidadosamente a cada uno "que ara el arado", puede definir quién tiene derecho o no al salario acordado, pues según la dedicación, Él hará justicia.

En el Libro de Mormón, vemos que el criterio de dedicación y compromiso por parte de los siervos después del llamado es lo que definirá la justicia de la recompensa de cada uno. La alegoría de los olivos nos muestra a un Señor de la viña que trabaja codo con codo con los siervos, que se alegra de los buenos resultados (Jacob 5:75), pero que, igualmente, se lamenta y llora por la pérdida de los buenos frutos. (Jacob 5:41). Una frase que se repite a lo largo del texto es: "Me daría pena perder este árbol y su fruto". Muestra un sentimiento genuino, un amor profundo por cada árbol, por cada fruto. ¿Serían los siervos "buenos y fieles" si no sirvieran de esta misma manera? Otra expresión que se repite constantemente es: "con toda diligencia". Diligencia denota una conducta firme y persistente.

Bajo la mirada del Señor se nos exige que trabajemos con toda diligencia, es decir, con una dedicación plena y sin reservas, codo con codo con Él, con perseverancia, para que al final del día recibamos lo que nos corresponde, pues eso es lo que se ha acordado con nosotros, obreros de la hora undécima.

Dios no tolera la indolencia y la apatía, que, a los ojos del Señor, son formas de sabotear la obra, perjudicar a sus hijos y cumplir los designios del enemigo. (D&C 58:29 LDS)

Lamán y Lemuel, los hermanos mayores de Nefi, utilizaron la indolencia y la apatía como forma de sabotear un proyecto de Dios, a saber, la construcción del barco que los llevaría a la tierra prometida (1Ne17:49). Como resultado de sus acciones, fueron sacudidos por el Señor en reprimenda por negarse a trabajar diligentemente y apoyar Su palabra y voluntad revelada al profeta (1Ne17:54).

¿Cuál sería la forma en que el Señor nos sacude hoy si somos igualmente indolentes y apáticos?

En la conversación con el profeta, yo, Gleuton França, compartí con él un pensamiento sobre la grandeza espiritual del presidente John Pratt y lo mucho que podría aportar, si en vida permaneciera. Hice la siguiente pregunta: "¿Por qué el Señor llamó al hermano Pratt ya anciano y le permitió servir sólo tres años y ya lo ha llamado a Su presencia?" Mientras lees mis palabras, ¿puedes sentir lo que el Señor me respondió? La ofrenda ha sido entregada. El arado ha sido arado. El fruto fue recogido en el granero en la medida que estaba reservada para el presidente Pratt (Jacob 5:75) Entonces me hice la pregunta: "¿Habría alguna diferencia entonces si hubiera sido llamado en la primera hora o habiendo sido llamado en la última?" La respuesta es obvia.

En la quinta conferencia de la Iglesia de Cristo, el Señor ha hablado en revelación a su profeta, el hermano Maurício A. Berger, y de nuevo nombra a los que sirven como obreros en mi viña. Dios ha reorganizado los cargos, las mayordomías y ha asignado a muchos la parte que les corresponde del trabajo que les espera. Sin embargo, les da una advertencia que puede extenderse a todos los que son llamados a la obra:

“Tened cuidado de ahora en adelante; porque he aquí que paso por encima de vuestras transgresiones y borro vuestros errores de delante de mis ojos, con tal de que de ahora en adelante os convirtáis en observadores exactos de mi palabra y de mi voluntad, por medio de mi fiel administrador, Maurício Artur Berger - Y he aquí que si lo hacéis así, no se os imputará ningún pecado, debido a las aflicciones y a las constantes oraciones de mi siervo Maurício, en vuestro favor”.

El Señor también dijo aquel día que tales mayordomías, si no se ejercían con cuidado y diligencia, no serían para ellos un privilegio y un honor, sino un motivo de maldición y condena a los ojos de Aquel que todo lo ve.

En el contexto de los últimos días, tal advertencia deja en claro que no habrá una nueva invitación, una nueva mano extendida, una nueva oportunidad para hacer más, mejor y bien, "porque he aquí, este es el tiempo para que los hombres hagan sus labores" (Alma 34:32).

En la revelación, el Señor utilizó el término excelente, que se refiere a un nivel superior de excelencia. También en el libro de Alma leemos de los guerreros de Helamán, quienes, enfrentando una muerte inminente, "obedecieron toda palabra de mando con exactitud". (Alma 57:20-21). ¿Cuáles habrían sido las consecuencias para ellos si hubiesen actuado con pereza, apatía y lentitud en la obediencia de las órdenes? Recordemos una vez más al presidente Pratt. ¿Cuál habría sido su recompensa ante el Señor si su postura ante la obra se hubiera resumido así? -moroso, apático y lento. ¿Habría habido tiempo y oportunidad para actuar de otra manera?

Me quedó claro que, la obediencia exquisita combinada con la exactitud en el cumplimiento de la palabra y la voluntad del Señor a través de su profeta es de suma importancia espiritual.

¡Que sirvamos y sirvamos de esta manera! Que nuestra seriedad y sentimientos derivados de Dios nos capaciten para obtener la gracia aprobatoria y el sello de nuestro trabajo en la viña del Señor. Y que el Señor nunca nos diga, como le dijo a Moisés, refiriéndose a la forma en que el pueblo actuó con murmuraciones y malos sentimientos, lo que resultó en la pérdida del sacerdocio mayor entre ellos.

"Y he aquí que no sois dignos de tal grandeza, porque yo deseaba obtener un pueblo para mi nombre, una propiedad a la que pudiera llamar mía, una nación de sacerdotes; pero no cumplieron los requisitos en los días de Moisés.

 He aquí que para ello seguiré trabajando; y al final de todas las cosas, cuando venga en la plenitud de los tiempos, entonces encontraré sobre la tierra un pueblo dispuesto a recibirme. Amén" (Moisés 17:22-23)

 "Tengan cuidado desde ahora", dijo el Señor.

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