Ordenanças são Sagradas

Ordenanças são Sagradas

escrito por Mauricio A Berger

Photo1.Ordinances.are.Sacred.PORTUGUESE

ENSINAMENTOS DE MAURÍCIO A BERGER - Vidente, Tradutor, Revelador e Profeta - Chamado em 2017 pela ministração do ANJO MORONI

REAVIVEMOS AS LEMBRANÇAS DA NOSSA PRÉ-EXISTÊNCIA

A Sociedade Celestial dos Crentes sempre se chamou de:

A ORDEM UNIDA

Ah... se pudessem os Santos dos Últimos Dias, ao menos compreender o que de fato ocorreu nos primórdios da Restauração, quando Deus e seu filho Jesus Cristo, reuniram em um só intento de coração, a mente dos diversos membros que chegavam de todos os cantos do mundo para comportar novamente sua Igreja na terra como princípio da Ordem Unida, tal como era no tempo de Cristo e seus apóstolos (Atos 2:44-45),

“” 44 E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.

45 E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade. “”

então, o guia que tanto buscam em seus líderes humanos, imperfeitos, distantes e intocáveis, encontrariam escondidos por Deus, dentro de si mesmos. — 6° regra de fé.

6 Cremos na mesma organização que existia na Igreja Primitiva, isto é, apóstolos, profetas, pastores, mestres, evangelistas, etc.

DA REUNIÃO NA PRÉ – EXISTÊNCIA RECEBEMOS O DIREITO A UMA RECOMPENSA, UM PRÉMIO, UM GALARDÃO – UM TESOURO MUITO PRECIOSO – UMA RETRIBUIÇÃO ESCONDIDA

Sabemos que, no decorrer da reunião que se efetuou em nossa preexistência, naquele grande conselho que ocorreu nos céus, que fora proposto por nossos mentores celestiais, que a humanidade, enquanto estivesse sobre a terra, teria direito a um galardão;

e tal como um tesouro muito valioso, este galardão deveria ser escondido de todos os filhos de Adão; sendo merecedores de obter, somente aqueles que fossem dignos mediante observação estrita das leis e ordenanças estipuladas por Deus e seu filho Jesus, tal como foram transmitidos por revelações a seus profetas do passado e, transcritos a nós por intermédio do seu evangelho em nossas sagradas escrituras qual mapa a nos guiar no presente, para que ninguém nos engane, dizendo: Eis aqui a verdade, quando, pois, ela está dentro de nós mesmos (Romanos 2:15),

“” 15 Os quais mostram a obra da lei escrita em seu coração, testificando juntamente a sua consciência, e seus pensamentos, ora acusando-se, ora defendendo-se; enquanto outros tapam os olhos para não ver e os ouvidos para não ouvir. — Veja Mateus 13:13-14

13 Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem nem compreendem.

14 E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis; e vendo, vereis, mas não percebereis. “”

A UNÇÃO QUE TRAZEMOS CONNOSCO DESDE A PRÉ-EXISTÊNCIA

Por isso as Escrituras mencionam a unção que trazemos connosco desde a pré existência. — Veja 1 João 2: 24-27.

“24 Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós.

Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai.

25 E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.

26 Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam.

27 E a unção que vós recebestes dele permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a mesma unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, e como ela vos ensinou, assim nele permanecereis.”

Esta unção, afirmam as Escrituras, possibilita aos Santos dos Últimos Dias, saber de todas as coisas, não porque eu estou dizendo, ou porque Joseph ou os demais líderes da Igreja já falaram algo a respeito, mas, porque todos nós estávamos lá, naquele grande conselho e ouvimos dele, Jesus, o que temos de fazer para obter tal galardão. — Alma 13:1-3.

“” 1 E outra vez, meus irmãos, desejaria chamar vossa atenção para a época em que o Senhor Deus transmitiu estes mandamentos a seus filhos; e quisera que vos lembrásseis de que o Senhor Deus ordenou sacerdotes segundo a sua santa ordem, que era segundo a ordem de seu Filho, para que ensinassem estas coisas ao povo.

2 E esses sacerdotes foram ordenados segundo a ordem de seu Filho, de um modo que permitisse ao povo saber como esperar pelo seu Filho para receber a redenção.

3 E este é o modo pelo qual foram ordenados — sendo chamados e preparados desde a fundação do mundo, segundo a presciência de Deus, por causa de sua grande fé e suas boas obras, sendo primeiramente livres para escolherem o bem ou o mal; portanto, tendo escolhido o bem e exercendo uma fé muito grande, são chamados com uma santa vocação, sim, com aquela santa vocação que lhes foi preparada com uma redenção preparatória e de conformidade com ela. “”

NA PRÉ-EXISTÊNCIA NOS FOI PROMETIDO UM AJUDADOR

Por isso, ele disse que mandaria para nós um ajudador, não somente para nos ensinar todas as coisas que temos que aprender enquanto estamos de passagem aqui nesta terra, mas, para que também nos fizesse lembrar de todas as coisas que Ele, Jesus, nos disse naquela grande reunião. — João 14:26.

“” 26 Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. “”

APÓS A MORTE DE JOSEPH SMITH SE PERDEU UMA DAS COISAS MAIS IMPORTANTES – A ORDENANÇA DO SACRAMENTO

Dentre as coisas mais importantes que temos que lembrar, as quais foram restituídas ao seu devido lugar na Igreja de Cristo com a restauração do evangelho em 1830 e, logo deixadas de lado novamente após a morte de Joseph Smith e, por fim esquecidas pelo povo do convênio são aquelas que dizem respeito a mais importante de todas as ordenanças do evangelho, diria primordial, pois esta valida todas as demais, e consequentemente até mesmo o sacerdócio do Filho Unigênito do Pai entre os membros da igreja, uma vez que D&C 84:21 afirma que “sem suas ordenanças a autoridade do sacerdócio, e o poder da divindade não se manifesta aos homens na carne”.

SOMENTE O MEMBRO PODE PARTILHAR DO SACRAMENTO

1° - 'Que, de acordo com os textos de 3 NÉFI 18:5, 11, 29 e 30 e D&C 20:68, somente um membro batizado na Igreja pode partilhar da ordenança sacramental'.

5 E depois que a multidão comeu e fartou-se, disse ele aos discípulos:Eis que um dentre vós será ordenado e a ele eu darei poder para partir o pão e abençoá-lo e distribuí-lo ao povo de minha igreja, a todos os que crerem e forem batizados em meu nome.”

“11 E isto fareis sempre a todos os que se arrependerem e forem batizados em meu nome; e o fareis em lembrança do meu sangue que derramei por vós, a fim de que testifiqueis ao Pai que sempre vos lembrais de mim. E se vos lembrardes sempre de mim, tereis o meu Espírito convosco.”

“ 29 Porque todo aquele que come e bebe da minha carne e do meu sangue indignamente, come e bebe condenação para sua alma; portanto, se souberdes que um homem é indigno de comer e beber da minha carne e do meu sangue, vós lho proibireis.”

30 Não obstante, não o expulsareis de vosso meio, mas ensinálo-eis e rogareis por ele ao Pai em meu nome; e se ele se arrepender e for batizado em meu nome, vós então o recebereis e administrar-lhe-eis da minha carne e do meu sangue.”

“ 68 O dever dos membros depois de terem sido recebidos pelo batismo:

Os élderes ou os sacerdotes devem ter tempo suficiente para explicar todas as coisas concernentes à igreja de Cristo, para que eles as compreendam antes de tomarem o sacramentoe serem confirmados pela imposição das mãos dos élderes, a fim de que todas as coisas sejam feitas em ordem.”

No único registro feito no início da restauração sobre as reuniões sacramentais, John Whitmer, sendo o secretário designado para registrar todas as coisas concernentes a Igreja de Cristo (D&C 47), relatou que, em obediência aos mandamentos do Livro de Mórmon e D&C, “que os discípulos costumavam excluir os descrentes”.1
‘3Néfi 18: 28-30’ informa que uma pessoa não batizada é indigna de partilhar do sacramento do Senhor, como também impõe que é dever dos membros batizados ‘não permitir que alguém não batizado participe dos emblemas sacramentais’.

Veja — o ‘Manual do Aluno curso de Religião 121 e 122 do livro de Mórmon’; pag.144 sob tóp. “A Igreja na época de Moroni”. (D&C 20:68)

Embora o ‘Manual do aluno de D&C, curso 324-325; página 99, parágrafo inicial’ dá a entender, mediante o texto de D&C 46:5, que posteriormente o Senhor permitiu a qualquer visitante de participar da partilha do sacramento, não vemos nessa Seção 46 o Senhor Jesus Cristo ser permissivo que qualquer um que esteja visitando a Igreja possa, de fato, participar dos emblemas junto aos membros já batizados, assim como somos direcionados a compreender pelo conteúdo deste referido manual.

Antes, porém, ao proferir a ordem com respeito aos que não são da Igreja nessa seção, o Senhor disse “que não se deve excluí-los das reuniões sacramentais, ‘contanto, que estes estejam sinceramente procurando o reino’ ”.

Todavia, se pode constatar no ‘Manual do aluno, de D&C / história da Igreja, página 75, referente à D&C 46; 1-4’ que: ‘Os antigos santos da Igreja recusavam-se de fato a permitir que não membros assistissem às reuniões sacramentais’.

Ou seja, em tempo algum, nesta última dispensação, ou em qualquer dispensação passada em que houve o evangelho de Cristo na terra, o Senhor jamais deu permissão a um não membro de partilhar de seus emblemas sem tomar sobre si o seu nome pela dedicação batismal; tal como subentendem os membros da igreja na atualidade mediante o texto de D&C 46, onde o Senhor deixa claro aos membros que na época estavam assombrados com o fato de terem que excluir os não membros de suas reuniões sacramentais, que somente quem estivesse sinceramente procurando o Reino poderia assistir e não apenas um pesquisador que estivesse visitando a Igreja pela primeira, segunda, ou terceira vez.

Contudo, prossegue o mesmo Manual: ‘mas, somente os membros dignos poderiam participar’, mostrando assim, que existe uma diferença entre assistir e participar dos emblemas.

ORAÇÕES FIXAS – PRÉ-DETERMINADAS NOS CÉUS

Além disso, somos informados, mediante os ensinamentos de Joseph Smith, que as duas orações sacramentais são ‘orações fixas’, pré-determinadas no conselho dos céus para serem ‘lidas, ou memorizadas, a fim de serem repetidas textualmente’, assim como se encontram registradas tanto no livro de Morôni 5:2, bem como na revelação dada a Igreja na Seção 20:79 de D&C.

Frente a isso, o ‘Manual do Aluno, do Seminário, estudo de D&C e História da Igreja, precisamente na página 41, no último parágrafo’, contém uma informação valiosa no que diz respeito às três únicas orações que são fixas na Igreja.

Assim diz o manual: “Oração fixa é aquela que é revelada pelo Senhor para um propósito especial e deve ser repetida ‘palavra por palavra’ ”. Isto é feito, prossegue o manual, ‘para que as ordenanças sagradas sejam realizadas de maneira exata’.

Entretanto, sobre a mesa sacramental da igreja, encontramos na atualidade duas tabuletas de madeira uniformes, nas quais se pode ver ambas as orações para se abençoar os emblemas do Senhor. Porém, no que diz respeito à oração que se abençoa o cálice em ‘lembrança’ do sangue de Cristo, se pode ler em uma dessas tabuletas:

Ó Deus, Pai Eterno, nós te rogamos em nome de teu filho, Jesus Cristo, que abençoes e santifiques ‘esta água’ ... Quando, pois, tanto no Livro de Mórmon, tal como transcrito no contexto de Morôni 5:2, bem como na revelação de Doutrina e Convênios 20:79, não encontramos a palavra ‘ÁGUA’comumente proferida na oração Atual.

O que encontramos ao ler textualmente ambas as escrituras citadas acima, tanto no livro de Mórmon, bem como em D&C, permanece, tal como traduzida em sua pureza e simplicidade desde os primórdios da restauração, como sendo a palavra ‘VINHO’.

Além disso, se buscarmos a oração original do livro de Mórmon do século 19, bem como a seção 20 de D&C, vamos notar sutis mudanças em ambas orações, tanto na oração do Pão como a do Vinho.

Se tais orações, reveladas pelo próprio Salvador para serem lidas ou proferidas na mesa sacramental, ‘palavra por palavra’, tal como constam em suas escrituras, não mais está sendo cumprida da forma estipulada pelo Senhor; então, só isto, já não seria motivo suficiente para que membros da Igreja viessem a questionar as autoridades gerais, quanto à validade dessa ordenança?

Um outro contraste, em comparação com o que vemos hoje nas reuniões sacramentais da Igreja; está na leitura de Morôni 4:1-3, bem como a em D&C 20:76-77 que de forma clara e inequívoca revelá-nos que na hora da oração sacramental ‘toda Igreja’, sem exceção, deve se ajoelhar conjuntamente com o orador ao se abençoar o pão e o vinho.

De fato, não existe passagem alguma nas obras padrão que regem nossa fé, que permita que somente aqueles que abençoam os emblemas na mesa sacramental, tal como é feito na atualidade, representem a nós ajoelhados neste ato de humildade, quando, pois, até mesmo Joseph Smith Jr. e os primeiros apóstolos da restauração se ajoelharam toda vez que celebravam essa cerimônia em memória do que Cristo fez pela humanidade em geral.

Por fim, Aprendemos nos ensinamentos da Igreja, que a restauração restituiu conjuntamente com todas as leis e ordenanças do Senhor as verdadeiras simbologias do evangelho eterno, cada qual, correspondente a suas respectivas funções na ordem do sacerdócio de Melquisedeque, as quais, foram estabelecidas ainda no concelho nos Céus para serem representações típicas do convênio eterno entre Deus e o homem no que concerne aos seus variados ofícios.

Imagine, com isso, que em determinada época no meridiano dos tempos, os apóstolos Pedro e João saíram a pregar aos beduínos no deserto e logo encontrassem uma família disposta a se batizar. Entretanto, sem haver reservatórios de água, em meio ao ermo árido e seco, para encher uma fonte batismal, um anjo lhes aparece e lhes diz com a voz de Jesus Cristo, que não importa o que se usa para batizar, desde que seja feito com os olhos fitos na sua glória. Então, por providência divina, eles agora enchem a pia batismal ‘com leite de cabra’ e fazem validar o batismo daquela família para a glória de Deus.

Em razão disso, havendo os apóstolos retornado para Jerusalém, onde há rios e reservatórios de água em abundância, deveriam eles, a partir de então invalidar o símbolo original, que fora determinado por Deus antes mesmo da fundação do Mundo? — D&C 128: 12-13

“” 12 Nisto há glória e honra e imortalidade e vida eterna: A ordenança do batismo pela água, ou melhor, ser imerso na água para conformar-se à semelhança dos mortos, para que um princípio concorde com o outro; ser imerso na água e sair da água assemelha-se à ressurreição dos mortos ao saírem da sepultura; por isso instituiu-se essa ordenança para estabelecer uma relação com a ordenança do batismo pelos mortos, sendo à semelhança dos mortos.

13 Por conseguinte, instituiu-se a fonte batismal como símbolo da sepultura e ordenou-se que fosse colocada abaixo do lugar onde os vivos costumam reunirse, para representar os vivos e os mortos a fim de que cada coisa tenha sua semelhança e concordem uma com a outra — Aquilo que é terreno conforme o que é celestial, como declarou Paulo em 1 Coríntios 15:46, 47 e 48:””

“” 46 Mas não é primeiro o espiritual, senão o natural; depois, o espiritual.

47 O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, o Senhor, é do céu.

48 Qual o terreno, tais são também os terrenos; e qual o celestial, tais também os celestiais.””

Mediante a esta pergunta, adentro na questão imposta pela igreja em decorrência da seção 27 de D&C; pois, diferente da analogia de Pedro e João no deserto, um anjo literalmente apareceu a Joseph Smith para que ele não comprasse vinho de seus inimigos, ‘mas não havendo nenhum, poderiam usar qualquer coisa’.

Contudo, disse o anjo com a voz de Jesus Cristo: ‘desde que lembrasse o seu corpo e o seu sangue’. (Vs. 2)

Fora isso, esta revelação deixa claro nos versículos 03 e 04 que ‘o mandamento é não comprar vinho de seus inimigos’, mas, ‘devia ser feito vinho novo’, elaborado pelos membros da Igreja neste reino de Deus que será edificado na terra’.

Isto é tão verdade, que três anos após Joseph receber esta instrução, o Senhor revela a ele a seção 89 de D&C, mais conhecida como sendo ‘a Palavra de Sabedoria’, e nela a mesma admoestação se repete em relação ao vinho:

“5 Eis que não é bom nem aceitável aos olhos de vosso Pai que alguém entre vós tome vinho ou bebida forte, ‘exceto’ quando vos reunis para oferecer vossos sacramentos perante ele. 6 E eis que deve ser ‘vinho’, sim vinho puro de uva da videira, de vossa própria fabricação”.

Em razão dessa admoestação dada em D&C 27 e seção 89, Joseph Fielding Smith explicou que: ‘Joseph não devia usar vinho no sacramento, a menos que ele fosse produzido pelos próprios santos e de recente fabricação’. Ele, ainda prossegue dizendo: ‘que o vinho era utilizado principalmente por causa de sua semelhança com o sangue’
Em paralelo ao que disse Joseph Fielding Smith, o versículo 05 alude ao fato de que ‘chegará a hora em que na terra, o Salvador, virá para beber com connosco do fruto da vide’.
– Ora, quanto a isso, todo mundo sabe que ‘fruto da vide’ é o vinho; o suco da videira, o qual, o próprio Cristo disse representar o seu sangue - “o sangue do novo testamento”.

Este, de fato, devido sua coloração semelhante ao sangue, nos faz lembrar que o Salvador deu seu sangue por nós em conformidade com suas palavras registradas em 3 Néfi 18: 11 que diz: “E isto fareis sempre a todos os que se arrependerem e forem batizados em meu nome; e o fareis em lembrança do meu sangue”.

Será possível, porém, encontrarmos ‘uma resposta confiável’ frente a essa questão que se levanta aqui quanto à seção 27, mediante a posição tomada pela Igreja de que se deve na atualidade usar água no lugar do símbolo original do sacramento?

Certamente não pode haver fonte de entendimento com maior credibilidade quanto a esta seção de D&C, do que o próprio homem que a recebeu – neste caso, Joseph Smith, o qual, mediante o entendimento que teve desta revelação, ‘adquiriu vinho de sua própria fabricação’.

Assim diz o relato feito por ele mesmo logo depois de receber esta revelação:

“... Em obediência a este mandamento nós preparamos um pouco de vinho da nossa própria criação, e realizamos o nosso encontro, consistindo apenas de cinco, pessoas, Newel Knight e sua esposa, eu e minha esposa, e John Whitmer. Assim, partilhamos juntos do Sacramento dentro de nosso lar...” – História da Igreja Vol. 1, página 106 a 108.

Em hipótese alguma, enquanto Joseph viveu, ou mesmo qualquer outro presidente da Igreja até 1896 usaram, ou entenderam que deviam usar água para representar o sangue de Cristo na reunião sacramental.

Este símbolo foi inapropriadamente modificado por homens sem o consentimento de Deus no que diz respeito a tudo que Ele revelou sobre o sacramento ao seu Servo, o profeta Joseph Smith Jr.

Portanto, em decorrência de tantos acréscimos e modificações que foram adotados pela igreja com o decorrer das décadas, podemos, sem dúvida alguma concluir que, sendo Deus o mesmo ontem, hoje e sempre, que Ele pode fazer sua própria obra e selecionar dentre os filhos dos homens um profeta como bem entender, assim como sempre fez no passado, para pôr em ordem todas as coisas alteradas em sua casa pelos preceitos dos homens. – 2 Néfi 27:21-26

“” 21 Não toques nas coisas que estão seladas, pois manifestá-las-ei no meu devido tempo; pois

mostrarei aos filhos dos homens que posso executar a minha própria obra.

22 Portanto, quando tiveres lido as palavras que te ordenei e obtido as testemunhas que te prometi,

selarás novamente o livro e escondê-lo-ás para mim, a fim de que eu preserve as palavras que não leste, até que, em minha própria sabedoria, julgue oportuno revelar todas as coisas aos filhos dos homens.

23 Porque eis que eu sou Deus; e sou um Deus de milagres; e mostrarei ao mundo que sou o mesmo ontem, hoje e para sempre; e não trabalho com os filhos dos homens a não ser de acordo com sua fé.

24 E acontecerá outra vez que o Senhor dirá àquele que há de ler as palavras que lhe serão entregues:

25 Pois que este povo se aproxima de mim com a boca e com os lábios me honra, mas afastou de mim o coração, e o seu temor a mim é ensinado segundo os preceitos dos homens

26 Portanto, farei uma obra maravilhosa no meio deste povo, sim, uma obra maravilhosa e um assombro, pois a sabedoria dos seus sábios e instruídos perecerá, e o entendimento dos seus prudentes será escondido. “”

Gráficos e edição por: Bento DAlmeida 16.05.2020

pt Português
X